A Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) é obrigatória para todas as organizações que possuem funcionários contratados em regime CLT, conforme a redação atual da NR-17, atendendo indústrias, comércio, escritórios e serviços.

Seu papel é mapear rapidamente as situações de trabalho para identificar perigos ergonômicos e orientar soluções práticas, alimentando o inventário de riscos do PGR.

Conformidade Prática sem Custos Desnecessários:

A AEP separa o que pode ser ajustado com mudanças simples de rotina e mobiliário daquilo que realmente exige uma Análise Ergonômica do Trabalho (AET) aprofundada, evitando despesas desnecessárias para a empresa.

O que é avaliado na AEP da Carlos Chagas

  • Esforço Físico e Postura: Levantamento e transporte manual de cargas, empurrar ou puxar volumes, posturas estáticas e movimentos repetitivos de membros superiores.
  • Mobiliário e Postos de Trabalho: Altura de bancadas, regulagens de cadeiras, suportes para monitores e alcances de ferramentas.
  • Condições Ambientais do Posto: Níveis de iluminância (medição com luxímetro conforme NHO 11), conforto térmico e ruído de fundo em atividades intelectuais.
  • Organização do Trabalho: Metas de produtividade, pausas de recuperação e rotinas de revezamento.

Diferença entre AEP e AET

A AEP é o levantamento diagnóstico que cobre todos os setores da empresa. Já a AET é a análise científica aprofundada, reservada a postos onde a AEP identificou sobrecarga severa não resolúvel na etapa preliminar ou onde há histórico de queixas clínicas dos trabalhadores.

Prevenção de Afastamentos por LER/DORT

Doenças osteomusculares e lesões por esforço repetitivo continuam entre as principais causas de emissão de CAT, afastamentos pelo INSS e ações trabalhistas. Realizar a AEP com seriedade é o caminho mais eficaz para prevenir litígios antes que eles aconteçam.